Esta sua série de vitrais, tapeçarias, telas e outras obras de arte nos tribunais é, para mim, de acompanhamento regular.
E, neste caso, trouxe-me à memória muitas recordações. Tendo o meu pai sido, durante 14 anos que ocuparam boa parte da minha infância, juiz no Tribunal de Viana do Castelo, esse vitral, que não vejo há anos, é um ícone dos tempos em que o tribunal era apenas mais um inócuo elemento do quotidiano, como a casa e a escola.
Fico contente que este vitral lhe tenha recordado uma memória tão pessoal.
Dúvidas não restam, pois, que os tribunais e a sua história marcam a vida de quem, por uma razão ou por outra, tem de com eles lidar.
Um abraço também para si,
João Rodrigues
P.s.- Parabéns pelo seu 'um blog sobre processo civil', um dos meus pontos de encontro diários com as novidades jurisprudenciais de processo civil. Obrigado.
2 comentários:
Viva!
Esta sua série de vitrais, tapeçarias, telas e outras obras de arte nos tribunais é, para mim, de acompanhamento regular.
E, neste caso, trouxe-me à memória muitas recordações. Tendo o meu pai sido, durante 14 anos que ocuparam boa parte da minha infância, juiz no Tribunal de Viana do Castelo, esse vitral, que não vejo há anos, é um ícone dos tempos em que o tribunal era apenas mais um inócuo elemento do quotidiano, como a casa e a escola.
Já valeu o Domingo!
Um abraço,
Nuno Lemos Jorge
http://processo-civil.blogspot.com
Fico contente que este vitral lhe tenha recordado uma memória tão pessoal.
Dúvidas não restam, pois, que os tribunais e a sua história marcam a vida de quem, por uma razão ou por outra, tem de com eles lidar.
Um abraço também para si,
João Rodrigues
P.s.- Parabéns pelo seu 'um blog sobre processo civil', um dos meus pontos de encontro diários com as novidades jurisprudenciais de processo civil. Obrigado.
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